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Gerador de Hash

Gere hashes SHA-256, SHA-384 e SHA-512 localmente no seu navegador.

SHA-256
SHA-384
SHA-512
100% do lado do cliente. Sem upload para o servidor.
Nota: estas são funções hash de uso geral para integridade de arquivos e checksums. Não as use para armazenar senhas — use um algoritmo dedicado como bcrypt, scrypt ou Argon2.

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O que é um hash SHA?

SHA-256, SHA-384 e SHA-512 pertencem à família SHA-2 de funções hash criptográficas, padronizadas pelo NIST (FIPS 180-4). Cada uma recebe qualquer entrada — texto, o conteúdo de um arquivo, o que for — e produz um "digest" de tamanho fixo que parece uma sequência de caracteres aleatórios. A mesma entrada sempre produz o mesmo hash, mas não há como reverter um hash para obter a entrada original. Isso torna os hashes úteis para verificar se um arquivo não foi alterado (checksums), confirmar a integridade dos dados e servir como base para assinaturas digitais e sistemas como Git e Bitcoin.

SHA-256 vs SHA-384 vs SHA-512: qual devo usar?

SHA-256256 bits (64 caracteres hexadecimais)O padrão mais usado e compatível — é o que a maioria dos checksums, APIs e ferramentas de verificação de arquivos espera.
SHA-384384 bits (96 caracteres hexadecimais)Uma variante truncada do SHA-512, às vezes exigida por normas específicas de conformidade ou protocolo.
SHA-512512 bits (128 caracteres hexadecimais)Uma margem de segurança maior que o SHA-256, e geralmente mais rápido em sistemas de 64 bits — uma boa escolha quando você precisa especificamente da opção mais forte do SHA-2.

É seguro fazer hash de dados sensíveis com esta ferramenta?

Sim — o hash é gerado inteiramente no seu navegador usando a Web Crypto API. Nada do que você digita é enviado, registrado ou armazenado em um servidor.

Para que serve o SHA-256?

Para verificar se arquivos baixados não foram corrompidos ou adulterados, confirmar a integridade dos dados, assinaturas digitais e como base fundamental em sistemas como Git e Bitcoin. Sozinho, não é uma boa forma de armazenar senhas — use bcrypt, scrypt ou Argon2 para isso.

É possível recuperar o texto original a partir de um hash?

Não. O hash é unidirecional por design — não há como reverter um hash SHA-256/384/512 de volta para a entrada que o gerou.

Qual é a diferença entre SHA-256, SHA-384 e SHA-512?

Todos pertencem à mesma família SHA-2 e usam o mesmo design subjacente — a principal diferença está no comprimento da saída e na velocidade. O SHA-256 produz um hash de 256 bits e é o padrão mais usado. O SHA-512 produz um hash de 512 bits, oferece uma margem de segurança maior e costuma ser mais rápido em sistemas de 64 bits. O SHA-384 é uma versão truncada do cálculo interno do SHA-512, produzindo um hash de 384 bits — é usado principalmente quando um padrão ou protocolo específico exige exatamente esse comprimento. Para a maioria dos usos cotidianos (checksums, verificação de arquivos), o SHA-256 é suficiente; escolha o SHA-512 se quiser especificamente a opção mais robusta do SHA-2.

O SHA-512 é mais seguro que o SHA-256 ou o SHA-384?

Em termos de margem de segurança teórica, sim. Para um hash de n bits, a resistência genérica a colisões é de aproximadamente 2^(n/2) — cerca de 2¹²⁸ para SHA-256, 2¹⁹² para SHA-384 e 2²⁵⁶ para SHA-512, então o SHA-512 tem a maior margem. Na prática, isso raramente importa: 2¹²⁸ já está muito além do que é computacionalmente viável, e não há ataques práticos conhecidos contra nenhuma variante do SHA-2. O SHA-256 continua sendo a escolha padrão correta para o uso cotidiano; opte pelo SHA-512 se quiser especificamente essa margem teórica extra ou se um protocolo exigir.